quarta-feira, março 04, 2026

TYMO TYMO: quando as redes nos apanham pelo cabelo (literalmente)

TYMO TYMO … não resisti. Eu, com este cabelo liso desde sempre daquele liso que não discute, não negocia e volta sempre ao sítio vi aquele aparelho a prometer ondas com ar de “acordei assim” e pensei: é hoje. Comprei.

E isto é um perigo, não é? Andar nas redes sociais é como entrar num centro comercial infinito onde alguém nos sussurra ao ouvido: “precisas disto”. Precisar, precisar… não precisamos para rigorosamente nada de nada. Mas queremos. Porque de repente parece que a nossa vida ficava mais bonita se o cabelo tivesse só um bocadinho mais de movimento.

A verdade é que, nos últimos tempos, tenho andado bastante controlada. Tenho feito aquele esforço adulto de pensar duas vezes, fechar o separador, respirar, seguir em frente. Mas achei que devia ceder à tentação… vá lá, uma vez sem exemplo. E pronto: TYMO TYMO encomendado.

Chegou. Demorou, mas chegou. E aqui tenho de ser honesta: faz o que promete. Faz ondas. Faz qualquer coisa — o que, para quem tem cabelo liso e fino, já é meio milagre. Eu olhei ao espelho e pensei: “ok… afinal há esperança.”

Só que… há sempre um “só que”.

Como eu não uso laca, nem espuma, nem nada que “agarre” o penteado, e sendo o meu cabelo fininho e lisinho, aquilo não durou muito. Ficou bonito, fiquei contente, tirei a fotografia mental… e passado um bocado o cabelo começou a fazer o que ele faz melhor: voltar a ser ele próprio.

Mas não fiquei desiludida. Pelo contrário fiquei com aquela sensação de “ok, isto tem potencial”. Vou ter de experimentar de outra forma: talvez com um bom protetor térmico, talvez com um produto de fixação leve (porque eu não quero o cabelo duro, obrigada), talvez com outra técnica. Ainda estou a descobrir.

No fundo, o TYMO TYMO não veio fazer magia sozinho veio lembrar-me que às vezes basta uma pequena ajuda para o nosso cabelo liso ganhar alguma vida. E eu gosto dessa ideia.

Conclusão? As redes continuam a ser um perigo… mas desta vez, confesso, foi um perigo que me deu umas ondas. Mesmo que por pouco tempo. E eu estou confiante: há-de haver um método certo para o meu cabelo. E quando eu o descobrir, eu conto tudo aqui.

domingo, março 01, 2026

Às vezes a vida não avisa. Leva-nos alguém da família e, de repente, tudo fica mais silencioso a casa, as rotinas, até os dias.

Fica a saudade: aquela que aperta o peito quando vemos uma fotografia, quando ouvimos uma música, quando um cheiro nos faz voltar atrás no tempo. Fica a vontade de dizer “só mais uma vez”, de abraçar com calma, de ouvir a voz mais um bocadinho.

Mas também fica o amor. A presença invisível nas pequenas coisas: nos gestos que herdámos, nas frases que repetimos sem dar conta, na forma como continuamos a cuidar de quem fica. Porque quem amamos não desaparece muda de lugar. Passa a viver dentro de nós, em memória, em raiz, em coração.

Hoje, eu já não digo adeus. Digo obrigada. Por tudo o que foi, por tudo o que ensinou, por tudo o que deixou em mim. Descansa em paz. E se a saudade doer… que doa com ternura, porque é assim que o amor continua.

Ainda há momentos em que me apanho a pensar que vou mandar mensagem, que vou ligar, que vou contar qualquer coisa… e depois lembro-me. E dói. Dói muito.

Sinto falta das coisas pequenas: da voz, do jeito de estar, das manias, daquele olhar que dizia tudo sem dizer nada. A família fica com um lugar vazio, mas o coração fica cheio de memórias e às vezes isso consola, outras vezes só faz apertar mais.

Não sei bem como se aprende a viver assim, acho que nunca saberei por mais que os anos passem, continua a fazer tudo como achava que farias. Sei só que a saudade vai aparecendo do nada: numa música, num cheiro, numa data, numa frase. E eu deixo. Porque sentir saudade também é uma forma de amar. Onde quer que estejas, quero acreditar que sentes o nosso amor. E que, de alguma maneira, continuas aqui  no que me ensinaste, no que me deixaste, e em tudo o que nunca vou esquecer.

sexta-feira, abril 26, 2024

Voltei, continuarei a ser livre...

 Decidi voltar… 

Depois de me dedicar a mim, e ter estado ausente por anos devido a assuntos pessoais que mais tarde poderei contar, decidi voltar!

Faz me falta escrever, e partilhar… sentir que o que penso fica em algum lugar, mesmo que nunca seja lido ou até visto… 

Sim que isto é muito bonito mas o pessoal vê mas ler… ja dá mais trabalho.

Vou voltar com muito para escrever e ideias para dar.

Um dia após os 50 anos do dia da Liberdade, voltei para ser livre...

domingo, dezembro 27, 2015

Tendências, Ugg, Stradivarius, Zara, Sephora

As minhas ultimas paixões do ano vão para:
Calçado:

Super casaco Stadivarius:

Blusa Zara:

E Sephora é muita coisa...
Apenas umas pequenas coisas das tantas que me enchem o coração, maravilhas que nos fazem felizes!! 
Beijinhos

sábado, dezembro 26, 2015

Skin.pt Obrigada!!


Desde que conheci a Skin.pt que compro lá os meus cremes, dado haver um passatempo aventurei me a participar... e não é que tive sorte?

 Obrigada Skin.pt